quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Debate

Bem pessoal, eleições se aproximando e tal, eu queria lhes indicar o vídeo desta candidata.

Ela é uma boa alma, só de ser mulher do Joaquim Roriz já tem muito crédito na praça.

Mas não é só isso: Ela é honesta, segura e esperta.

E muito espontânea.

Assistam alguns trechos e comprovem vocês mesmos. Não irão se arrepender.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Os japoneses dos outros

A tecnologia de ponta no Japão anda avançadíssima.



Essa foi de dar inveja ao Doutor Bactéria.

Mas, o que eu fico pensando é porque o Brasil gosta tanto de imitar a "tecnologia" japonesa. Aqueles prédios de vidro, com aquela arquitetura 'clean', fora os carros, o mobiliário urbano. Como se o japonês fosse o único povo sábio no mundo. As pegadinhas japonesas, por exemplo, são de um mal gosto único. Sílvio Santos perto deles é um amor.


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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Mulher e música II

De todos que já fizeram uma leitura daquela famosa fotografia de Man Ray, esse cara aí debaixo é o que mais me agrada. Achei por acaso na internet, quando eu procurava o Man Ray, e o nome dele é www.arjanbenning.com

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Mulher e Música

Eu gosto desta fotografia. Ela é de autoria de Man Ray, um dos mestres da fotografia manipulada. É de 1924, chama-se Le-Violin-dIngress e é bastante imitada até hoje. Amanhã eu coloco uma dessas.

domingo, 26 de setembro de 2010

As Incontáveis Desgraças III

Amigos, tenho mil motivos para continuar com a série As Incontáveis Desgraças do Atlético-MG. Porém, peço licença aos deuses, e iluminado pelo belíssimo futebol dos comandados do ex-comandante Vanderlei Luxemburgo, apresento-lhes os maiores erros da melhor seleção de todos os tempos. Sim, muitos dirão: "também, tinha o Dadá", mas nessa o Galo não tem culpa nenhuma, pois ele nem jogou.



Com esta grande inspiração, prometemos retomar a série As Incontáveis Desgraças do Atlético Mineiro com um episódio inédito em breve.

Galo rumo ao bi!

Série As Incontáveis Desgraças

sábado, 25 de setembro de 2010

Sobre Religião

Há algum tempo atrás me pediram um post sobre religião. Pois bem, é um assunto polêmico. Mas, blog sujo que se preze, não lava as suas mãos quando o assunto é religião. Não lava as sua mãos nunca!

E, somente para começar, tome coragem e assista a este vídeo do Padre Marcelo Rossi. O vídeo fala por si.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Prestação de serviço: notícia urgente da série "As Incontáveis Desgraças"

O Galo ajudou o futebol brasileiro ao detonar a carreira do Luxemburgo.

Mas, prestaria um serviço de utilidade pública muitor maior se levasse o Luxemburgo pra 2a. divisão e acabasse deixando ele por lá mesmo.

Mais uma vez, o Galo é pioneiro no futebol brasileiro.

Atlético-MG: Sempre a frente das outras equipes.

Estão falando, agora, no Dunga. Meu Deus, vai gostar de sofrer.

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Pior do que isso é só eleger o Zezé Perrela como suplente do Itamar Franco, sem ter recebido nenhum voto. Votou no Itamar, 80 anos? Então leva o Zezé Perrela e sua imunidade parlamentar!

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Pra onde é a esquerda? Pra que lado fica?

O jornal Brasil de Fato convocou um debate dos candidatos de esquerda. Tudo bem. Além da ausência previsível de Dilma Roussef e Marina Silva houve também a ausência do candidato do PSol, Plínio de Arruda Sampaio, esta não prevista quando se fala de um debate de candidatos da esquerda. Assim, no final das contas, a esquerda no Brasil foi representada pelo PSTU, PCO e PCB.

Isto demonstra como precisamos construir novas alternativas de longo prazo. Não que o PSol ou o PT fosse mudar alguma coisa nesse debate, pelo contrário. Mas, não podemos achar que esses partidos representem o pensamento da esquerda no Brasil. É muito pouco.

Não me sinto representado por nenhum deles. Pra mim, isto é o que de pior há.

É preciso algo mais criativo.

Muito mais criatividade do que isso.



Depois, notei que o Uol não cita o Jornal Brasil de Fato e ainda coloca o seu logotipo na imagem, dando a entender que eles tem alguma coisa a ver com isso.

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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Blog sujo - as denúncias continuam

Bem, pessoal. E seguem as denúncias. Não bastasse a questão das cuecas, abordada em tópico anterior, agora surge mais uma grave denúncia. O candidato José Serra e seu partido Folha de São Paulo fizeram esta gravação clandestina sobre um chinelo petista. Parece que a sujeira não tem fim. Vejam.



Nosso blog reitera que não tem nada a ver com estas novas denúncias.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Cueca é música II

Continuando a série Cueca é Música, por sugestões de fiéis leitores, estou colocando mais uma música para provar a relação entre cueca, religião e a teoria musical.

Um meta-refrão microtonal e pluri-semiótico nesta brilhante análise musical realizada para leigos por Tom Zé. O incrível é que teve gente lá da TV que achou que era piada.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Singela História

Há alguns dias atrás fiquei sabendo, através do Diário Gauche, desta singela história envolvendo o músico Jards Macalé e o irmão do  Oscar Schmidt, aquele "gentleaman" do basquete:

Conta hoje (14/09) Joaquim Ferreira dos Santos em sua coluna "Gente Boa" no O Globo: "Jards Macalé ia pela calçada da Rua Maria Angélica, Jardim Botânico, quando foi interrompido por um carro estacionado com as quatro rodas. Não teve dúvida. Arranhou-o de um lado ao outro - e só não continuou pelo outro lado porque de dentro do carro, escondido pelo insulfilm, saiu o motorista, de 2 m de altura. Começou o bate-boca e a multidão juntou, tomando partido em discursos".


"A cena ficou mais 'fantástica' quando surgiu o dono do carro, o repórter Tadeu Schmidt, da TV Globo. A PM veio em seguida, depois, a Guarda Municipal. A cena se desfez duas horas depois, quando Macalé se dispôs a pagar os danos à lataria do carro (já orçados em R$ 1 mil), desde que houvesse multa pelo estacionamento na calçada. O caso está na 15ª DP".

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O Diário Gauche termina a nota acima parabenizando o Jards Macalé pelo gesto corajoso, didático e exemplar.

Agora, uma pergunta cretina minha: Foi bola fora do Tadeu Schmidt ou bola dentro do Jards Macalé? Ou você vai me dizer que nem um nem outro, como é a típica resposta "classe-média-way-of-life-de-ser"? Quem foi mais errado, hein? Diga aí, o doutorsujeira.blogspot.com acha que sujeira não tem limites, portanto, dos dois o menos errado é o Jards Macalé.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Sombra e lixo

Quando eu era pequeno, meus primos faziam sombras na parede, projetando animais e a gente gostava. Eu era doido pra aprender a fazer, mas só conseguia fazer a pomba. Aí o Felipe Ávila da Belas-Artes me deu o toque sobre esse cara aí. Ele faz esculturas de sombras. Só que em vez das mãos ele usa o lixo. Eu achei muito legal.



São os artistas britânicos Tim Noble e Sue Webster.

 Enfim, iludir pode ser algo nem tão fácil assim.

domingo, 19 de setembro de 2010

Debate de candidatos

O Jornal Brasil de Fato publicou a seguinte chamada:

Um esforço do Brasil de Fato para se opor ao caráter anti-democrático do atual processo eleitoral


As eleições – espaço político importante para apresentar projetos para o país e elevar a consciência política da população brasileira – estão cada vez mais despolitizadas e mais dependentes do poder econômico. São vergonhosas e imorais as milionárias cifras gastas para eleger os poderes Executivo e Legislativo em nosso país.


A campanha eleitoral está reduzida à propaganda na televisão, a marketing de pessoas – não de

programas – que dependem de esquemas econômicos muito caros. A compra de cabos eleitorais – “militância” paga e material de propaganda sofisticados – se tornou um fato normal. Com isso, tem mais vantagem os candidatos que conseguem maiores arrecadações de recursos, junto a empresas, bancos etc., em mecanismos promíscuos para quem deseja ocupar cargos públicos e administrar volumosos recursos do povo.


Nesse cenário, não há um clima de debates de ideias e de agitação política na sociedade. As campanhas eleitorais estão engessadas, moldadas por uma legislação que impede uma participação popular mais ativa. Limita comícios e atividades de agitação política próprias da natureza do processo.


Com o debate sobre os rumos do país jogado ao ostracismo, a grande ausente do processo eleitoral brasileiro é a política. Política aqui entendida como a disputa de interesses contraditórios acerca dos problemas fundamentais da sociedade. E, numa sociedade de classes, desigual como a brasileira, o desaparecimento do conflito favorece os mais fortes, os dominantes.

A mídia corporativa cumpre um papel fundamental nesta mediocrização das campanhas eleitorais. A cobertura limita-se aos “favoritos” – exatamente aqueles com os orçamentos milionários – e a linha editorial prioriza as trajetórias e características pessoais dos candidatos. Ou seja, projetos para o país jamais são discutidos.


Num esforço para apresentar alternativa ao quadro eleitoral, o Brasil de Fato realizará no dia 21 de setembro, às 21 horas, um debate entre os candidatos à Presidência da República representados em nosso conselho editorial. Foram convidados Dilma Rousseff (PT), Ivan Pinheiro (PCB), José Maria de Almeida (PSTU), Marina Silva (PV), Plínio Arruda Sampaio (PSOL) e Rui Costa Pimenta (PCO).


Seguindo sua característica de ser plural no campo da esquerda, o jornal Brasil de Fato convida também outros veículos de comunicação da imprensa alternativa e popular no sentido de dar amplitude ao debate.


Este debate trata-se de uma atividade unificada de movimentos sociais e partidos de esquerda, aberto a adesão de outros movimentos que entendem a importância de fortalecer a diversidade de vozes dentro de uma sociedade democrática.


O debate terá também um caráter de ato político, com o objetivo de denunciar a falta de democracia do atual processo eleitoral, uma vez que a mídia corporativa adota critérios arbitrários para excluir candidaturas da sua cobertura. Portanto, o debate é na prática, um protesto contra o atual sistema eleitoral e midiático.

AAA

Quem é o presidente da AAA - Associação dos Anônimos Anônimos?

Que se manifeste já!

sábado, 18 de setembro de 2010

Jornal da Morte: música e jornalismo homicida

Roberto Silva chega. Respeitem seus sapatos brancos. Com o alto nível do jornalismo sujo atual, pois mesmo para ser sujo é preciso nível, lembrei-me dessa música, cujo refrão é: sangue, sangue, sangue. Lembrei também de um antigo jornal (como é mesmo o nome esqueci), que aparecia com umas imagens pesadas, como corpos perfurados por tiros e cabeças cortadas na capa, e que fez história com as manchetes "engraçadas". Estilo que hoje é imitado em vários tablóides brasileiros, como o Super de Belo Horizonte. Veja, sem qualquer trodadilho, o vídeo:


Digno de nota é o filho do Lenine no vocal, pois este nunca precisou dizer que é filho de alguém,  mas eu digo, porque tanto ele como a banda Casuarina, todos, são muito bons. E a letra do samba. Sangue, sangue, sangue. Essa música também foi gravada pelo Chico Science numa versão mais rock, mas eu gosto mais desta. Na verdade, eu gosto é da original, com o Roberto Silva, mas não encontrei.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

A última do Paulo Moura

2 dias antes de morrer, na Clínica São Vicente no Rio, Paulo Moura reúne forças e toca, com Wagner Tiso ao piano, aquele que seria, literalmente, seu último sopro de vida.




Eu acho que o ambiente hospitar deveria estar mais preparado para estas coisas. Mas eles se preocupam muito com as bactérias e esquecem, as vezes, o que de mais humano há.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Cueca é música

Cueca não é o que você está pensando. Cueca ou zamacueca é um ritmo e uma dança típica de vários países da América do Sul. Neste vídeo, eu estava ensaiando um arranjo de uma cueca do norte argentino com um colega de classe. A música chama-se "Arenosa". Bom nome para uma cueca, não acham?

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E para provar o quanto uma cueca pode ser complexa, nos dois sentidos, vejam as várias maneiras de tocá-la no charango:

Ritmo básico:
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Variante 1:
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Variante 2:
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Variante 3:
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Variante 4:
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Variante 5:
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Variante 6:
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Variante 7:
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Variante 8:
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Variante 9:
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Cidinho Bola Nossa - Da série "As incontáveis Desgraças"

A crônica abaixo, muito boa, é de autoria de Luiz Antônio Simas. Eu  acho que a identificação da torcida do Galo com jogadores como Obina e Dadá Maravilha não é do nada. Me lembro, por exemplo, das frases do Vicente Mateus no Corinthians e de como isso tem se perdido no futebol "muderno" de Felipões e Luxações. Nos últimos tempos, a torcida do Galo além de mais envelhecida tem ficado muito mais agressiva, vem perdendo a leveza e graça que só as torcidas vencedoras podem desenvolver. Vale a pena ler.



A história mais impressionante que conheço envolvendo um juiz de futebol no Brasil é, sem dúvidas, a da briga entre Mário Vianna com dois enes e toda a torcida do Flamengo em um jogo entre o urubu e o Botafogo em General Severiano.

Sou fã declarado e juramentado de Mário Vianna, mas admito que há um outro juiz que merece também um lugar de destaque entre os mitos do apito canarinho, ainda que de uma forma oposta a do imparcial e valente Mário Vianna: Alcebíades de Magalhães Dias, o Cidinho Bola Nossa.

Cidinho, para quem não sabe, foi um juiz de Minas Gerais que só soube fazer uma coisa na vida melhor que apitar; torcer para o Atlético Mineiro. Como as duas coisas são aparentemente incompatíveis, ser juiz e torcer de forma absolutamente escancarada por um time, Cidinho aprontou coisas do arco da velha nas quatro linhas - e tudo em nome da paixão.

A história mais famosa de Sua Senhoria aconteceu durante um jogo entre o Galo e o Botafogo, em 1949. A bola saiu pela lateral e houve uma indefinição sobre a quem pertenceria a redonda. O beque do Atlético, Afonso, estava discutindo com um jogador do Glorioso, Santo Cristo, para saber quem bateria o lateral. Resolveram consultar o árbitro. Cidinho respondeu com voz de comício:

- Bola nossa! É nossa, Afonso, é bola nossa.

Passou a ser conhecido como Cidinho Bola Nossa e adorou a deferência.

Em outra ocasião jogavam os extintos Sete de Setembro e Asas. Como o Atlético Mineiro enfrentaria três dias depois o vencedor do prélio, Cidinho encontrou uma ótima maneira de cansar o futuro adversário do Galo: Deu três horas e dez minutos de bola rolando. Isso mesmo, Bola Nossa deu inacreditáveis 100 minutos de acréscimos , recorde mundial - e pra todo sempre imbatível - em uma partida de futebol.

O próprio Cidinho, aliás, gostava de relatar como foi sua estréia no apito - com o objetivo admitido de ser parcial. Jogavam, em 1945, Atlético Mineiro e América. Jogo decisivo para o certame. Aos quarenta segundos do primeiro tempo, em uma falta simples, Cidinho expulsou Fernandinho, ponteiro do América. Foi aplaudido pela torcida do Galo e declarou se sentir realizado.

Cidinho saiu corrido de estádios e quase morreu dezenas de vezes. Ameaças de linchamento foram pelo menos umas quinze. Em uma delas, em um jogo do Atlético contra o Metalusina, em Barão de Cocais, marcou um pênalti aos quarenta e um do segundo tempo para o Galo em uma falta ocorrida na intermediária, uns dez metros antes da meia lua.

No que o jogador do Atlético caiu, Cidinho deu a clássica corrida apontando a marca do pênalti, com tremenda autoridade e pose de vestal. Cercado pelos jogadores do Metalusina, declarou apenas: - Penalidade máxima. Pênalti claro, a falta foi pelo menos meio metro dentro da área. Quem reclamar vai pro chuveiro mais cedo. Mais uma vez ameaçado de morte, ficou quase três horas protegido pela polícia no meio de campo e só conseguiu sair da cidade vestido de cigana, com argolas nas orelhas, leque, saia rodada e o escambau. Em duas outras ocasiões foi salvo da morte pelo Corpo de Bombeiros.

Cidinho Bola Nossa morreu com noventa e tantos anos. Confessou, já quase cantando pra subir, uma única e grande frustração em sua vida: Achava que merecia um busto na sede do Atlético Mineiro, por serviços prestados ao clube. Legou ao futebol pelo menos uma sentença exemplar:

- Nunca fui desonesto. Acontece que sou passional e não consigo ver a massa sofrendo. Jamais traí o povo.

Abraços,

Luiz Antônio Simas

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Mulheres nuas

Quer ter as mulheres mais gostosas todas de uma vez? A ideia desse cara foi a seguinte: pegou todos os pôsteres da página central da Playboy e colocou uma em cima da outra. Depois dividiu por décadas. O nome do cara é Jason Salavon. Já que nudez agora  é arte, como entender melhor a Playboy?

Virou isso aí:



Reparem nas cores. Atrás fica mais azul. Seria o mar?

E esse negócio amarelo na cabeça? Seria cabeça?

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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Casa das Máquinas

O ano é 1977. Ditaduras e tais. TV Tupi. O tecladista é um virtuose do teclado, dizem. Eu não escutei nada demais. O som é bem progressivo. O vocalista é um performer à la Nei Matogrosso. Secos e Molhados fez escola.




Agora a parte suja: porque sempre dizem que o Rock no Brasil nasceu nos anos 80?

domingo, 12 de setembro de 2010

As incontáveis desgraças

As incontáveis desgraças do Atlético Mineiro, vulgo Galo, dariam um blog a parte. Um blog não. Uma saga. Uma epopéia. O honesto árbitro José Roberto Wright, a quem a torcida do Galo carinhosamente chama de J. Roberto "Rato", era o juiz desta histórica decisão desempate da semi-final da Libertadores de 81. Na verdade, uma final antecipada entre dois grandes times, o Galo de Reinaldo e Éder contra o Flamengo de Zico, Júnior e cia.

Este jogo ficou conhecido como o "Maior Roubo da História". Dizem que até Ronald Biggs se indignou. Mas a Globo, o seu time Flamengo, e seu futuro funcionário J. W. "Rato" gostaram. Para quem não sabe, "Rato" expulsou quase todo o time do Galo, a começar pelos craques como Reinaldo e Éder, ainda no início do jogo. A interesse de quem? Essa é outra história. Bem, o que importa é que hoje ele é quem julga os outros árbitros. A narração é do paulista Luciano do Vale, o Cala Boca Galvão daquela época.

Quanta sujeira!!!





Série As Incontáveis Desgraças

sábado, 11 de setembro de 2010

Sérgio Sampaio e Roberto Carlos

Sérgio Sampaio foi um músico capixaba pouco conhecido do grande público. Apesar de ter uma música muito conhecida por causa de um festival, "Eu quero é Botar meu Bloco na Rua", ele sempre foi considerado um músico marginal, maldito, sujo, pé descalço. Recentemente, Zeca Baleiro fez um disco de inéditas baseado em fitas cassetes e demos originais e que, não fosse essa iniciativa, ficariam esquecidas, como o próprio Sérgio. Neste vídeo, já bastante debilitado por causa de uma doença no pâncreas, Sérgio Sampaio aparece cantando Estupidez, de seu conterrâneo Roberto Carlos, para quem dedicou outra bela canção chamada "Meu pobre blues". Raridade cheia de poesia e uma certa melancolia.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Nosso Blog já causa repercussão

É com muita honra que anuncio a primeira nota na imprensa sobre o nosso blog. De maneira indireta, é claro. Candidato comenta a repercussão que estamos tendo. Notícia pescada do UOL. Portanto, fonte oficial. Deleitem-se.
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Serra diz que "indústria de blogs" se dedica a "difamação"
André Naddeo
Do UOL Eleições
No Rio de Janeiro

O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, acusou nesta sexta-feira (10) o rival PT de possuir uma rede de internautas na web dedicados a atacar a imagem dos tucanos. E, ao comentar o fato de que alguns dados sigilosos a respeito de sua filha já estariam expostos em alguns desses sites desde o início do ano, o ex-governador de São Paulo afirmou que "há uma indústria de blogs, que se dedica a difamação e respostas".

"É um negócio horroroso. Vocês não imaginam a sujeira que é isso", disse Serra, logo no início de sua participação na sabatina do jornal "O Globo", no Rio de Janeiro.

Serra voltou a mencionar uma conversa que diz ter tido com o presidente Lula sobre o que ele chamou de "rede suja de blogs".

"No dia 25 de janeiro, aniversário de São Paulo, o [o prefeito Gilberto] Kassab convidou o Lula e, ao final da cerimônia, nós conversamos. Eu falei para ele que seria candidato, transmiti isso ao Lula. Ele foi discreto a esse respeito, e a conversa foi em torno disso. No final, eu passei a ele cópias do blog dele e da Dilma. E os blogs já tinham coisas sujas a respeito da minha família, da minha filha [Verônica Serra] e perguntei a ele se poderia parar com isso", disse Serra.

No começo do mês, Lula havia comentado sobre essa reclamação de Serra e disse que não pode censurar a internet. "Sempre achei que a internet livre tem coisa extraordinariamente séria e coisa extraordinariamente leviana. Não tem nada demais o que a internet publicou sobre a filha de Serra. Há insinuações como há contra o presidente Lula, contra a família do presidente Lula, contra vocês jornalistas individualmente. Se escrevem alguma coisa que o internauta não gosta, tomam cacete o dia inteiro", disse Lula na ocasição.

Serra afirmou que as acusações na internet são antigas. "Desde 2006 havia dossiês. De novo, vocês não imaginam a sujeira. Eles podem ter usado qualquer 'pé-de-chulé'", afirmou o candidato. "Vejo gente escrevendo que eu quis me fazer de vítima. Sabe qual foi minha primeira reação? De não divulgar nada, ela [filha do Serra] não tem nada a ver com política, uma pessoa que trabalha muito. Eu vi como um desagrado, mas depois me pareceu inevitável. Eu por mim nem teria divulgado para não trazer amolação para ela."

Nesta sexta-feira, a Folha de S.Paulo publicou reportagem na qual indica que o comitê de pré-campanha de Dilma Rousseff teve em mãos um dossiê sobre a filha do adversário com documentos reunidos pelo PT paulista.

Erros na campanha?

José Serra também foi questionado pelos participantes do evento se teria cometido erros em sua campanha que permitiram à rival Dilma Rousseff (PT) uma disparada nas pesquisas de opinião, a ponto de a vitória no primeiro turno estar bem próxima. "Difícil dizer. Em determinado momento você tem X quantidade de informações, você não sabe tudo o que está acontecendo. Eu estou muito no calor da campanha para fazer uma análise da coisa."

Serra disse apostar numa mudança. "Vai haver uma virada. Eu estou com uma energia que eu não nunca tive na minha vida. E ela provém de uma convicção de que eu vou ganhar. O Brasil não vai eleger um envelope fechado. Não sou o senhor da verdade, mas é demais isso", afirmou.


Então, amigos sujos e de pés descalços, tirem as suas conclusões. E como bem diz o Prof. Hariovaldo: Serra é 45.

Encaixa Couro

Encaixa Couro - Um grupo de brincadeiras e brincantes do Bairro do Horto, em Belo Horizonte, cujos trechos dos ensaios foram gravados e aparecem nesse vídeo. Eu apareço nele também.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Até mais

Primeiro dia chegou ao fim. Depois aprendo a pôr os vídeos.

Música e Surdez

Evelyn Gleinne é uma percussionista surda. Neste vídeo ela toca e explica como percebe a música (legenda em português). Clique aqui para ver o vídeo direto no site TED. 

Boas Vindas

Este é mais um blog sujo. Como milhares de outros na internet. Música, política, futebol, religião: aqui escreverei sobre o primeiro assunto que me vier na cabeça. Postarei vídeos, imagens, textos de outros autores. Eventualmente meus também. Entre e fique a vontade.